61

Quem somos

O Banco Finantia é um banco líder e independente em Portugal com cerca de 30 anos de experiência, nacional e internacional, que está também presente nos Estados Unidos da América, Brasil, Reino Unido e Espanha.

O Banco Finantia tem 4 áreas chave de negócio: Banca Privada, Assessoria Financeira, Corporate Banking e Mercado de Capitais.

Solidez financeira com rentabilidade é um equilíbrio do qual o Banco Finantia não abdica. Não só os seus rácios de solidez têm estado sempre significativamente acima da média, como os resultados têm sido sempre positivos ao longo da existência do Banco Finantia.

A política de ação do Banco Finantia passa por contar com a integração de profissionais altamente qualificados e que demonstram um grande talento nas funções que desempenham. Aliás, este é um aspeto fundamental para que haja uma evolução constante dos produtos e serviços disponibilizados aos clientes. Por esta razão podemos destacar uma tendência empreendedora intrínseca a toda a empresa, já que todos os profissionais do Finantia têm em comum uma genuína vontade de fazer mais e melhor.

Deste modo, é possível surgirem novas oportunidades de negócio e podem alcançar-se melhores resultados em cada projeto. Além disso, o Banco Finantia não se preocupa apenas em alcançar os objetivos monetários para satisfazer os seus clientes, visto que também se esforça por estabelecer relações profundas e duradouras com cada um deles, promovendo um ambiente de grande proximidade. Para a empresa esta forma de comunicar é um requisito imprescindível e permite a transparência absoluta entre todas as partes envolvidas e em cada um dos projetos que desenvolve.

Como se trata de uma empresa independente, todas as decisões são tomadas em função dos valores e critérios estabelecidos ao longo dos anos. Ao longo de todos estes anos de atividade, os fortes valores e ética do Banco Finantia impulsionaram o seu crescimento e valeram-lhe a integração no Top 200 do ranking bancário da União Europeia em 2014 (Fonte: Revista The Banker do Grupo Financial Times).